O Rio Grande do Norte está enfrentando uma epidemia alarmante de sífilis congênita, com taxas de incidência que superam a média nacional. Um estudo recente revela que, entre 2008 e 2022, as Regiões de Saúde mais afetadas exigem nossa atenção urgente.
Em 2022, o estado registrou 525 novos casos de sífilis congênita, uma queda de aproximadamente 100 casos em relação ao ano anterior. No entanto, a 7ª Região de Saúde destacou-se com uma média de incidência significativamente maior. A 3ª Região, em particular, apresentou a maior média por mil nascidos vivos, com impressionantes 25,51 casos.
As tendências indicam um aumento preocupante nas Regiões 8, 3 e 7, o que pode sobrecarregar ainda mais os serviços de saúde. Esta situação é crítica e requer ações imediatas. É fundamental reforçar o manejo de gestantes infectadas na Atenção Básica e investir em campanhas de prevenção e educação em saúde.
A análise espaço-temporal não apenas aponta a gravidade do problema, mas também destaca a necessidade de uma resposta eficaz. A sociedade não pode ignorar essa epidemia silenciosa; a proteção das futuras gerações depende da ação coletiva agora. Vamos nos mobilizar e enfrentar essa realidade!
Para mais informaçãoes acesse: https://doi.org/10.17058/reci.v15i3.19996